"QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER"

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quarta-feira, 31 de março de 2010

PREFEITURA DE ACOPIARA VAI ADQUIRIR PRÉDIO DA ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA


A Prefeitura de Acopiara enviou ofício ao Ministério do Planejamento com a finalidade de adquirir através do Projeto de Destinação do Patrimônio da Extinta RFFSA, o antigo prédio da Estação Ferroviária situado no município.

Segundo o prefeito Antônio Almeida, a finalidade desta aquisição será para implantação de projetos culturais naquele espaço.

“Já enviamos a solicitação para a Secretaria do Patrimônio da União, ligada ao Ministério do Planejamento e assim que finalizada e oficializada a compra da Estação, vamos realizar uma reforma em toda estrutura para aproveitarmos o espaço em Projetos Culturais de nosso município. Acho que a Estação Ferroviária pertence historicamente ao povo acopiarense, daí o nosso interesse como gestor público em preservar este espaço”, finalizou o prefeito.

PSB pesa prós e contras para decidir futuro de Ciro


São cada vez mais fortes as sinalizações de que o PSB pode rifar a candidatura presidencial de Ciro Gomes. O deputado se reuniu, na segunda-feira, com a cúpula nacional do partido, na presença de seu irmão, Cid. Haverá novo encontro na próxima semana

Por enquanto, o PSB mantém o discurso de que o deputado federal Ciro Gomes (PSB) continua candidato à Presidência da República. Porém, antes da decisão definitiva, haverá outras reuniões - a próxima já na semana que vem, quando dirigentes da legenda se reúnem com Ciro e quando pode sair a definição.

Na última segunda-feira, em Brasília, Ciro se reuniu com o presidente nacional do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em encontro do qual participou seu irmão e governador do Ceará, Cid Gomes, além de parlamentares do PSB.

Segundo o vice-presidente nacional do partido, Roberto Amaral, a reuniãoavaliou que o cenário hoje para Ciro é positivo. ``Mesmo estando sem partidos aliados, a candidatura conta com uma média de 12% nas pesquisas nacionais``, afirma o vice-presidente, que é cearense.

Por outro lado, a candidatura traz problemas para alianças consolidadas entre o PT e o PSB em estados como Ceará e Pernambuco. Nos dois estados, os atuais governadores disputam a reeleição e, nacionalmente, apoiariam Ciro. O PT, principal aliado de ambos, quer, contudo, ter palanque forte para Dilma Rousseff, pré-candidata do partido, e ameaça romper alianças e ter candidatura própria para isso.

``Temos vantagens e também temos dificuldades com a candidatura. É esse balanço que nós vamos fazer``, disse o senador Renato Casagrande (PSB-ES), ressaltando que qualquer decisão será tomada conjuntamente com Ciro. Segundo ele, haverá outras reuniões para avaliar se vale à pena ou não manter a candidatura. A decisão deve sair até o fim de abril.

De acordo com o jornal O Globo, no entanto, após a reunião de segunda-feira, Eduardo Campos disse que daria pessoalmente a notícia a Ciro Gomes sobre a necessidade de ele deixar a disputa. ``Se você quiser dar essa notícia a ele na frente, fique à vontade``, disse o presidente do partido ao jornalista.

Disposição
Insistindo ser candidato a presidente, Ciro tem repetido que apenas o partido poderia tirá-lo da disputa. O PT tentou convencê-lo a concorrer ao Governo do Estado de São Paulo. O deputado, a pedido do presidente Lula, até transferiu o título de eleitor do Ceará para São Paulo, ficando, assim, apto a concorrer. No entanto, as negociações não avançaram. O PT desistiu de insistir e já lançou o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) para a disputa estadual.(colaborou Érico Firmo)

Dirigente diz que aliança é ``suicídio``


``Manter uma aliança com o Governo do Estado nos moldes de hoje significa suicídio político do partido``, afirmou, ontem, o presidente regional do PSDB, Marco Penaforte, defendendo que essa relação com o governador Cid Gomes seja resolvida, embora caracterize essa situação como ``um nó político complexo``.

Segundo Penaforte, ``o partido não tem uma posição definida dentro da chapa majoritária, não tem participação nas políticas públicas que são desenvolvidas. A manter uma aliança nesses moldes, é decretar o fim do PSDB``, reiterou o dirigente tucano, admitindo que todas as possibilidades estão postas na mesa, inclusive aliança com Cid Gomes.

Marco Penaforte, no entanto, lembrou que o PSDB tem um outro desafio, além do desatar esse nó no qual os tucanos estão amarrados: criar um palanque forte para o candidato a presidente José Serra. ``Essa questão de palanque forte fala muito da necessidade de uma candidatura própria ou, no caso de aliança com o governo do Estado, negociar a questão desse apoio.

Indagado sobre nomes que poderiam criar esse palanque forte, Marco Penaforte evitou falar em chapa e preferiu levar a conversa para o âmbito nacional: ``Para nós, a questão mais importante que ocorre nesse momento é a eleição para presidente da República``.

Ele disse que esse foco é o fundamental por que o Estado do Ceará viveu, sob a aura do Governo Lula, sete anos de ``seca``. Ou seja, só de promessa e falação de grandes obras, quando se vê investimentos indo para Pernambuco, terra do presidente, Bahia e até Rio Grande do Norte.

Na condição de presidente estadual tucano, Marco Penaforte esteve ontem, em Brasília, participando de reunião da direção nacional do PSDB, que definiu estratégias para o lançamento da pré-candidatura de José Serra a presidente da República, o que ocorrerá no próximo dia 10, em Brasília. (Eliomar de Lima)

terça-feira, 30 de março de 2010

II Torneio de Futsal entre bairros começa nessa sexta


A Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude de Acopiara, estará promovendo de 26 de março a 30 de abril o 2º Torneio de Futsal entre bairros.

As partidas acontecerão todas as quintas e sextas-feiras, na quadra do Liceu Dep. Francisco Alves Sobrinho a partir das 19 horas.

A abertura dos jogos será nesta sexta-feira com presença do Secretário da Cultura, Esporte e Juventude, Robson Almeida Diniz.

Todas as torcidas e amantes do futsal são convidadas a participar do evento.

PAC 2: País vive momento histórico de investimentos, afirma Guimarães


Após participar do evento de lançamento da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), em Brasília, o deputado José Guimarães (PT-CE) afirmou que o PAC 2 é o maior programa de planejamento e investimento do País. “Esse é um momento importante do governo Lula. Trata-se do maior investimento já feito no País e consolida uma visão estratégica de planejamento e desenvolvimento do País”, disse. O parlamentar chamou atenção para o volume total de investimentos (cerca de R$ 1 trilhão). “Não é pouca coisa. É o maior investimento já feito no País”, afirmou Guimarães


O programara terá seis eixos de investimento. O primeiro deles, o PAC Cidade Melhor, centrará esforços no enfrentamento dos problemas dos aglomerados urbanos. Outro eixo, o PAC Comunidade Cidadã, cuidará da presença do Estado nos bairros populares, aumentando a cobertura de serviços. O terceiro eixo, o PAC Minha Casa Minha Vida, cuidará da redução do défict habitacional do País. O quarto eixo será voltado para a universalização do acesso à água e à luz elétrica. Outro eixo será voltado para o setor dos transportes e terá como principal foco a consolidação da rede de logística do país. Por fim, o sexto eixo do programa será voltado para a questão energética, o PAC energia.


Habitação - Apenas para o programa “Minha Casa, Minha Vida”, de subsídio do governo à construção de moradia popular, estão previstos R$ 71,7 bilhões no programa nos próximos quatro anos, com construção de cerca de 2 milhões de habitações.


A meta anterior da iniciativa era de 1 milhão de habitações até o ano em que será concluído o mandato do próximo presidente da República. Somando todas as iniciativas na área, são esperados R$ 278,2 bilhões, com R$ 176 bilhões financiados pela caderneta de poupança e R$ 30,5 bilhões para urbanização de favelas e áreas de palafitas. O programa subsidia moradias para famílias de renda entre zero e 10 salários mínimos, com parcelas de financiamento progressivas para a faixa de 6 a 10 salários mínimos.


No PAC 2 há investimentos de R$ 23 bilhões que serão divididos em seis eixos: em UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), UBS (Unidades Básicas de Saúde), creches e pré-escolas, quadras esportivas, as "Praças do PAC" e pontos de polícia comunitária.

Saúde - Na área da saúde, as UPAs devem receber R$ 2,6 bilhões, com previsão de construção de 500 unidades. O plano prevê outras 8.694 UBS, com a aplicação de R$ 5,5 bilhões para atendimento de rotina, clínica médica, curativos, ginecologia, pediatria e odontologia e aplicação de vacinas.


Educação - No ambiente escolar, o PAC 2 promete a construção de 10.116 quadras esportivas em escolas com mais de 500 alunos e coberturas para as quadras já existentes. O programa inclui ainda a construção de 88 áreas públicas com oferta de serviços educacionais e atividades esportivas, sob o nome de "Praças do PAC". Para essa parte do projeto, há expectativa de investimento de R$ 1,6 bilhão. Na área de segurança pública, o PAC 2 pretende construir 2.883 postos de polícia comunitária, também com orçamento de R$ 1,6 bilhão.

Serra terá direito a "bota-fora" de sindicalistas


Ato está marcado para amanhã, dia em que o governador tucano fará festa de despedida do cargo. PSDB acionará TSE contra sindicato dos professores e a presidente Maria Izabel Noronha

Cerca de 40 entidades de funcionários públicos de São Paulo marcaram um protesto para amanhã, 31 de março, dia em que José Serra (PSDB) sai do governo paulista para disputar a eleição presidencial. Chamado de ``bota-fora do Serra``, o protesto é organizado por sindicalistas do Conselho de Política de Administração e Remuneração de Pessoal, fórum de negociação salarial entre o funcionalismo e o governo estadual.

A manifestação está marcada para 12 horas de quarta-feira no vão livre do Masp, na avenida Paulista. Duas horas depois começa no mesmo local a assembleia da Sindicato dos Professores de São Paulo (Apeoesp), que decidirá se mantém a greve iniciada no dia 8 de março. Depois da assembleia, o ``bota fora`` continua com uma passeata até o centro de São Paulo.

A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, afirma que, apesar da participação do sindicato, a manifestação é independente da greve dos professores. Segundo ela, o protesto é uma liberdade de expressão do funcionalismo.

O organizador da manifestação, Angelo D-Agostini, que é diretor do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (Sindsaúde), negou o caráter partidário do evento. ``Nós não estamos indicando votos para ninguém``, afirmou.

O PSDB vai entrar com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Apeoesp e Maria Izabel Noronha, por contrapropaganda eleitoral. O sindicato, que organiza uma paralisação, aproveita as manifestações para incitar palavras de ordem contra o governador José Serra.

A presidente da Apeoesp diz que a ação é uma tentativa de desqualificação da entidade. ``Eles podem usar todos instrumentos jurídicos deles, que eu vou usar os meus para me defender``, disse Maria Izabel Noronha.

Festa
O governador José Serra inspecionou ontem as obras da Linha 4 (Amarela) do Metrô de São Paulo. Durante uma hora e meia, o tucano viajou do Pátio da Vila Sônia, na zona oeste, até a Estação Paulista e, ao longo do trajeto, acenou, cumprimentou e tirou fotos com populares na Estação Consolação, da Linha Verde, e na Avenida Paulista.

Durante o trajeto a pé por esteiras rolantes, entre a Estação Paulista e a Consolação, um conjunto musical tocou a tradicional marchinha ``Está Chegando a Hora`` (versão de Henricão e Rubens Campos da valsa mexicana ``Cielito Lindo``), com os conhecidos versos: ``Ai, ai, ai, ai/ Está chegando a hora/ O dia já vem raiando meu bem/ Eu tenho de ir embora."
O POVO

Dilma fatura alto; oposição reage forte


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mobilizou o primeiro escalão do governo federal e 18 governadores -a maioria da base aliada governista- para o lançamento do PAC 2, segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento. O programa é uma das principais plataformas de campanha da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Palácio do Planalto.

A cerimônia se transformou numa vitrine para a ministra Dilma, mencionada por várias autoridades como responsável pela implantação do programa. Trinta ministros e representantes do primeiro escalão compareceram à cerimônia de lançamento do PAC 2.

Escalado para discursar em nome dos governadores, Jaques Wagner (PT-BA) disse que a ministra foi responsável por executar o programa dentro do governo. "Parabéns ministra Dilma pela sua competência. Eu lhe acompanhei no primeiro governo, alguém que soube com serenidade, sem premeditação, dando o melhor de si para que um projeto político tivesse o gerenciamentoadequado. Que Deus lhe abençoe nas novas tarefas pelas quais a senhora vai enveredar--, afirmou.

Representante dos prefeitos, Eduardo Paes (PMDB-RJ) também exaltou o trabalho da ministra no governo federal para colocar as ações do PAC em prática. "Sei que a ministra Dilma parte para novas missões, mas a capacidade gerencial, de executar, de dialogar da ministra Dilma permitiu o diálogo permanente--, afirmou.

Em defesa do PAC 2, Wagner e Paes afirmaram que o governo transferiu recursos do programa sem ``olhar a cor partidária-- dos governadores e prefeitos que receberam recursos do programa. Os tucanos Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP) não participaram do evento.

Propaganda
Lideranças da oposição classificaram o lançamento do PAC 2 pelo governo federal como eleitoreiro e devem ir à Justiça novamente por propaganda antecipada.
Integrantes do PSDB reagiram, no Congresso, às declarações de Dilma, de que disse que o governo Fernando Henrique Cardoso ``foi omisso``.

Para o senador tucano Arthur Virgílio (AM), as declarações demonstram "confusão mental e mau humor de quem leu a última pesquisa e viu que não adiantou nada fazer campanha antecipada". Álvaro Dias (PSDB-PR) também reagiu: "Ela deveria explicar a execução mínima do orçamento das obras do PAC. O lançamento do PAC 2 é uma enganação, é desculpa para palanque eleitoral".

Líder do DEM no Senado, José Agripino (RN) classificou o discurso de "`politicamente infantil``. Todos eles se reúnem amanhã para decidir se vão ao Tribuna Superior Eleitoral (TSE). (das agências)

Por hora, caminho está livre para reeleição de Cid


Ao que tudo indica, o governador Cid Gomes não precisará "suar a camisa" para conseguir se reeleger. Além de um amplo apoio partidário, ainda não existem nomes de peso para enfrentá-lo

Não será por falta de condições políticas favoráveis que o governador Cid Gomes (PSB) deixará de ser reeleito nas próximas eleições de outubro. Faltando pouco mais de seis meses para o pleito estadual, um ``cenário dos sonhos`` para qualquer político começa a ser montado: até o momento, não existe uma só candidatura de peso capaz de ameaçar a recondução de Cid ao Palácio Iracema. Alimentando essa tranquilidade, um amplo arco de alianças, consolidado ao longo dos últimos três anos, inclui até partidos historicamente rivais, como PT e PSDB.

A única candidatura que ainda poderia fazer frente à reeleição de Cid Gomes começa a apresentar seus primeiros sinais de enfraquecimento. Sem apoio de grandes partidos, o prefeito Roberto Pessoa (PR) já não fala sobre o assunto com o mesmo ânimo de alguns meses atrás. Tanto que adiou para o próximo dia 2 de abril & prazo final para aqueles que ocupam cargos noExecutivo e não tentarão reeleição se desimcompatibilizarem & o anúncio da decisão se será ou não candidato ao Governo.

O POVO, entretanto, apurou que Roberto Pessoa já está elaborando um documento que justificaria sua saída da corrida eleitoral de 2010. Ao mesmo tempo, isso não significaria que o grupo ligado a Roberto Pessoa abriria mão de uma candidatura. Quem garante é o ex-governador Lúcio Alcântara (PR), um dos principais críticos da gestão Cid Gomes. ``O que a gente sabe é que haverá um candidato. Pode ser o Roberto, poderá ser outro nome de outro partido que se coligar com a gente, mas haverá candidato``, garante Lúcio.

Em busca de apoio Segundo o presidente do PPS & partido aliado a Roberto Pessoa & Alexandre Pereira, o prefeito de Maracanaú ainda não jogou a toalha quando o assunto é candidatura ao Governo do Estado. Tanto que viaja hoje para Brasília no intuito de costurar apoios partidários. ``Porque só com o PR e o PPS não temos condição de passar a nossa mensagem ao eleitorado. Fica complicado``, admite Alexandre.

Sobre um eventual plano B, o presidente do PPS não descarta o nome do ex-governador Lúcio Alcântara. ``Nunca pode ser descartado, na medida em que as pesquisas apontam ele com um excelente percentual. Ele tem um recall muito grande como governador``, enfatiza. Lúcio, entretanto, afirmou que não está em seus planos concorrer novamente ao Palácio Iracema. ``Não estou trabalhando com essa hipótese``, diz.

EMAIS

- Um dos partidos que ainda têm remotas chances de apresentar candidatura própria é o Partido dos Trabalhadores. Para isso, o deputado federal Ciro Gomes (PSB) teria de lançar sua candidatura ao Planalto e o governador Cid Gomes (PSB)- que é irmão de Ciro - não garantir palanque para a ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República. Entretanto, no último sábado, o PT estadual já protocolou documento garantindo apoio à reeleição de Cid.

- Outro partido que ameaçou lançar candidatura própria foi o PSDB. Entretanto, nenhum nome se dispôs a enfrentar Cid Gomes em outubro. Por isso, hoje a sigla torce para que Ciro seja candidato e o PT rompa com Cid Gomes, lançando assim um nome ao Governo. Assim, a sigla tucana ocuparia, sem quase nenhuma resistência interna, o espaço deixado pelo PT.
O POVO

Prefeita diz que PT não quer impor nada a Cid Gomes


A prefeita Luizianne Lins (PT) garantiu, nesta segunda-feira, 29, que o conjunto de resoluções definidas pelo partido durante reunião do seu diretório estadual, no último sábado, não significa imposição ao governador Cid Gomes (PSB).

Nas resoluções, ficou acertado o apoio à reeleição do governador e aos nomes de Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT) para o Senado e um chega pra lá em qualquer aproximação de aliados com o PSDB de Tasso Jereissati. O que se comenta sempre é que Cid Gomes não quer apoiar José Pimentel, mas endossar Eunício Oliveira e a reeleição do senador tucano.

Luizianne, em entrevista rápida e antes de seguir para Brasília, onde conferiu o lançamento do PAC 2, assegurou que tudo é para ser discutido com os aliados. Ela deixou claro, no entanto, que Dilma Rousseff vai ter palanque no Ceará.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Aliança passa por AL, diz Pimentel


De acordo com pré-candidato petista, a Presidência da Assembleia, hoje com o PMDB, deve ser contabilizada nas negociações

Cada vez mais consolidado como pré-candidato petista ao Senado, o ministro da Previdência, José Pimentel, quer que a cadeira de presidente da Assembleia Legislativa passe a ser contabilizada nos cálculos de correlação de forças partidárias dentro da aliança governista.

Perguntado se o PT conseguirá, dento de uma aliança tão cheia de partidos, indicar o cargo de vice-governador e, ao mesmo tempo, ficar com uma das vagas de candidato ao Senado & que deverá ser ocupada pelo próprio Pimentel & o ministro reagiu indagando: ``Eu acho engraçado que ninguém fala na presidência da Assembleia Legislativa, não é?``. Em seguida, completou: ``Nós temos, também, toda a mesa da Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa para discutir``. As declarações de Pimentel foram dadas do último sábado, após encontro do Diretório Estadual do PT.

Com essas palavras, além reivindicar que a vaga de presidente da Assembleia - hoje, comandada pelo PMDB - seja contabilizada, Pimentel também lembrou que o PMDB & sigla que tem criticado o PT por este querer ocupar dois cargos - igualmente almeja ficar com dois cargos na atual correlação de forças cidistas, pois o nome de Domingos Filho (PMDB) - atual presidente da Assembleia -, a preço de hoje, é cotado para continuar no cargo.

Além disso, desde 2006, um acordo preserva a candidatura de um outro nome do PMDB para o Senado este ano: o deputado federal Eunício Oliveira. Foi Eunício quem, em fevereiro, disse que ``não dá para quem tem um metro e meio querer ter três metros``, criticando, assim, o PT por querer a vice de Cid e também uma das duas vagas ao Senado.

Eunício O presidente do PMDB no Ceará, Eunício Oliveira, disse que prefere não se manifestar sobre o assunto. Procurado pelo O POVO, ele lembrou, no entanto, que quem escolhe o presidente da Assembleia são os deputados. ``Isso não é escolha de Governo não``, foi seu único comentário sobre o assunto. Eunício afirmou que só quem poderia falar sobre o assunto seria o próprio Domingos Filho.

>> Na noite de ontem, porém, ninguém atendeu às chamadas no celular no presidente da Assembleia Legislativa. A assessoria de imprensa de Domingos Filho também não atendeu às chamadas realizadas pelo O POVO.

A TÁTICA ELEITORAL E POLÍTICA DE ALIANÇA DO PT PARA 2010

- O PT está discutindo, em suas diversas instâncias, sua política de alianças para 2010. No último sábado, o diretório estadual se reuniu (foto acima) para discutir e aprovar resoluções que já tinham sido aprovadas pela executiva do partido. As principais resoluções são as seguintes:

- Indicar para deliberação no encontro estadual do partido, a ser realizado no próximo dia 10 de abril, a manutenção da candidatura petista à vaga de vice-governador na chapa de Cid Gomes.

- Indicar para deliberação no encontro estadual para definição de candidaturas & marcado para o dia 29 de maio−, a indicação de José Pimentel como ao Senado e o apoio a Eunício Oliveira (PMDB) para a outra vaga.

- Rejeitar a participação do PT em qualquer aliança formal ou informal da qual o PSDB faça parte.

- No próximo dia 10, no encontro estadual, essas resoluções voltam a ser apreciadas pelo partido.

PSOL define nome de candidata ao Governo


O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) realizou um encontro estadual, sábado, para escolha dos delegados à convenção nacional da agremiação. Na ocasião o nome da engenheira de pesca Soraya Tupinambá foi definido como candidata do partido ao Governo estadual.

No Ceará, a direção do PSOL trabalha a formação de uma aliança com o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e com o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), mas como a formação dessa aliança depende de orientação da direção nacional de cada legenda, não está descartada a possibilidade de o partido sair com chapa própria, informa o presidente regional, Moésio Mota.

Por conta da possibilidade de uma aliança com o PCB e com o PSTU a discussão sobre a formação de uma chapa majoritária ficou limitada à escolha de um nome para o Governo. Atualmente o PSOL desenvolve as suas atividades políticas em 55 municípios cearenses e passa por um processo de renovação do quadro de dirigentes, no plano municipal.

Proporcional

A escolha de nomes para a disputa proporcional ainda está sendo trabalhada. A candidata do PSOL ao Governo do Estado é formada em engenharia de pesca pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e trabalha em uma ONG com atuação na área de desenvolvimento local na comunidade dos Tapebas em Caucaia e em Maracanaú. Durante o encontro de sábado foi feita uma análise da conjuntura política e econômica, sendo realizado um debate sobre o modelo de desenvolvimento do Estado.

PT sinaliza apoio, mas impõe condições a Cid


O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) confirmou a disposição de apoiar a candidatura do governador Cid Gomes à reeleição. Decisão nesse sentido foi tomada em reunião realizada sábado, na sede do Sindicato dos Bancários. O partido, entretanto, sinaliza com algumas condições.

A resolução aprovada defende, por exemplo, a manutenção da vaga de candidato a vice-governador, e o nome do deputado federal José Pimentel como um dos candidatos ao Senado; e manifestando apoio ao deputado Eunício Oliveira (PMDB) como candidato a outra vaga de senador que estará em disputa.

Nessa resolução, que será apreciada no encontro estadual, marcado para 10 de abril, o PT cearense também impõe o afastamento de qualquer tipo de aliança, formal ou informal, com o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Embora o nome de José Pimentel já tenha sido aprovado como pré-candidato ao Senado, o nome do candidato a vice-governador deverá ser aprovado somente no congresso estadual que acontecerá no dia 29 de maio. No momento, postulam à vaga o atual vice-governador, Francisco Pinheiro; o secretário estadual de cidades, Joaquim Cartaxo e; o secretário de articulação política da prefeitura de Fortaleza, Waldemir Catanho.

A proposta de resolução foi apresentada pelo segundo vice-presidente, Antônio Carlos de Freitas. Apenas um dos membros do diretório, Aila Marques, votou contra a manutenção da coligação com o Partido Socialista Brasileiro (PSB) para apoiar a reeleição do governador. Quanto às demais sugestões a aprovação foi por unanimidade. Dos 56 membros do diretório estadual 48 compareceram.

Debates

Os trabalhos foram abertos pelo primeiro vice-presidente da executiva estadual, José Nobre Guimarães. A prefeita Luizianne Lins, presidente do diretório estadual, chegou atrasada, mas participou dos debates.

Dentro do PT, o processo de discussão sobre as estratégias a serem adotadas para as eleições deste ano, a política de alianças e a escolha dos nomes que vão participar da disputa, obedecem a um calendário do qual constam, além do encontro estadual de 10 de abril, o congresso que acontecerá no dia 29 de maio e a convenção para escolha de candidatos, em junho, sem data especificada, ainda.

O resultado do encontro foi avaliado por Antônio Carlos de Freitas como muito proveitoso porque serviu para dar uma demonstração da unidade do partido em relação a questões relevantes para a eleição como, por exemplo, a manutenção da aliança com o PSB e o PMDB, apoio às candidaturas de Cid Gomes para governador e Eunício Oliveira e José Pimentel para o Senado, além da postulação da vaga de candidato a vice-governador para o PT.

Indefinição

A escolha do nome a ser indicado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para compor a chapa encabeçada pelo governador Cid Gomes ainda será objeto de muita discussão interna. Três nomes disputam a indicação de vice-governador e dois deles acreditam que a definição será conhecida somente no congresso estadual, em maio próximo.

Para concorrer, Catanho deixará a Prefeitura de Fortaleza até o próximo dia 2 de abril. A postulação dele está sendo patrocinada pela prefeita Luizianne Lins. Joaquim Cartaxo, por sua vez, informou que continua com o seu nome à disposição. Ele reconhece que essa definição vai depender de muita discussão interna, devendo a decisão sair somente no dia 29 de maio. Como não será candidato a outro cargo eletivo, até a próxima quarta-feira, 31 de março, decide sobre a sua saída ou não da Secretaria de Cidades.

O vice-governador, Francisco Pinheiro, não esconde o desejo de participar da chapa majoritária como companheiro de chapa de Cid Gomes. Mesmo que não seja escolhido como candidato a vice-governador, está disposto a participar da disputa eleitoral como postulante a uma vaga na Assembléia.

Ele informa que para disputar qualquer cargo eletivo não será preciso renunciar ao cargo de vice-governador, mas para não se tornar inelegível não poderá assumir a chefia do Executivo na ausência do governador Cid Gomes.
DIÁRIO DO NORDESTE

domingo, 28 de março de 2010

Está inflacionado o mercado da compra


As candidaturas, oficialmente, só existirão em junho, mês obrigatório para a realização das convenções partidárias. Mas todos aqueles que pretendem ter seus nomes homologados para a disputa das vagas na Assembleia Legislativa, na Câmara dos Deputados, Senado e Governo do Estado já estão em plena campanha, na verdade, a mais importante, posto que é este o momento da definição dos chamados colégios eleitorais, quando acontecem todas as negociações, sem as quais, as postulações de fato inexistirão.

É agora que está acontecendo a verdadeira comercialização no atacado do voto. Quem não comprar neste momento, sendo neófito na empreitada, não vai ter chance de se eleger para uma das casas legislativas. E por estar se tornando escassa a "mercadoria", em razão da grande procura e por ser limitada, o seu valor já está inflacionado e os que a procuram agora não têm mais como pechinchar, nem muito menos acertar preço para pagar depois. É adiantar o dinheiro ou desistir da pretensão de ter um mandato.

A preferência é só para os atuais detentores de mandatos ou seus afilhados. Estes, fregueses tradicionais, podem pagar com outras moedas, como as emendas ao Orçamento, no plano Federal e os projetos de obras municipais, na parte do Estado. As emendas quase sempre ficam vinculadas ao colégio eleitoral logo na sua apresentação, embora o negócio só se concretize realmente com a sua liberação.

Inflação

Vamos ter, este ano, uma eleição igual a todas as outras, no que diz respeito a infrações. Se houver alguma diferença é quanto à compra e venda de votos que, superando a inflação da moeda no período, registrará um custo bem maior para aqueles que pleiteiam o primeiro mandato. O voto unitário para deputado estadual já está superando os R$ 50. Por seu turno, para deputado federal o valor pode chegar até a R$ 100. Os orçamentos mais comuns estão registrando valores que variam de dois a R$ 3 milhões para quem quer ser deputado estadual e, entre quatro e R$ 7 milhões para um mandato na Câmara dos Deputados.

Ninguém, para conhecimento público, confirma esses números. Mas, quem acompanha o dia a dia do mundo político, com a percuciência necessária para estar minimamente informado, sabe dessa realidade que, lamentavelmente, faz ser letra morta toda uma legislação eleitoral, ao tempo que retrata a qualidade de parte da nossa representação política, sem compromisso com os princípios éticos, imprescindíveis para o bom exercício de qualquer mandato popular conquistado sob a égide do legal.

Ineficiente

Neste momento que antecede o espaço definido pela Justiça Eleitoral como o da eleição propriamente dito, aquele que compreende o início de julho quando são registradas as candidaturas e vai até o dia da eleição, tão importante para a definição da limpeza do evento que deveria ser democrático por excelência, talvez até pelo fato de os agentes do Estado desconhecerem as entranhas do mundo político, a fiscalização é ineficiente, limitando-se tão-somente a questionar se está ou não havendo propaganda antecipada, enquanto fica totalmente aberto o campo da excrescência que é a compra e venda de votos.

A compra de votos não torna apenas vesgo o resultado eleitoral, mas sobretudo premia os inescrupulosos, pessoas sem a devida qualificação para bem representar a sociedade, além de contribuir para a manutenção do quadro de degradação da política brasileira, tão denunciada, até por alguns dos bons políticos que temos, também vítimas dos compradores


Edison Silva
Editor de Política

Popularidade de Lula atinge nível recorde, diz Datafolha


A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu nível recorde empesquisa realizada pelo instituto Datafolha, que apontou que 76 por cento dos entrevistados consideram o governo do petista ótimo ou bom.

Isso representa um aumento de três pontos percentuais em relação aos 73 por cento que tinham essa avaliação do governo Lula em fevereiro, de acordo com a pesquisa, publicada na edição deste domingo do jornal Folha de S.Paulo.

O patamar de aprovação também é o mais alto desde que o Datafolha começou a pesquisar a popularidade dos presidentes em 1990.

O porcentual que considera o governo Lula regular se manteve em 20 por cento na pesquisa realizada entre 25 e 26 de março. Cinco por cento dos entrevistados consideravam o governo ruim ou péssimo em fevereiro, número que caiu para quatro por cento. Um por cento dos entrevistados afirmou não saber avaliar o governo, mesmo patamar de fevereiro.

A tradição dos Caretas invade ruas em Acopiara


Neste período da quaresma encontramos pelas ruas de Acopiara vários grupos de Caretas. A verdadeira e genuína representação da cultura popular na Terra do Lavrador. Os caretas são resquícios da opulência de uma sociedade que nos antecedeu, ou seja, precisamente essa tradição vem do período do ciclo do couro. É só observar a indumentaria dos brincantes. A careta de couro do boi, o chicote, o tambor, o caçoar do jumento e algumas partes da própria vestimenta do careta. Toda sociedade festeja o resultado da sua fartura no chamado período de entre safras. Vale lembrar que Acopiara já teve como a mais tradicional festa a do Branco, no auge do cultivo do Algodão, onde muitos lavradores banhavam os seus cavalos com cervejas nos principais bares da cidade. Veio o Bicudo e levou a cidade dos Usineiros a decadência. Voltando aos Caretas, encontramos grupos formados por crianças, um bom sinal, pois com certeza esta festa continuara por décadas... Os Caretas é o que de melhor Acopiara tem em termo de cultura. Esta manifestação acontece de forma espontânea, organizada pelos próprios brincantes, sem o controle dos órgãos públicos. Nunca fui a favor da cultura oficial do Estado porque ela massifica, manipula e não só busca o controle como predetermina qual manifestação o povo deve ver e ouvir, sem questionar o que é cultura ou lixo. O Estado com habilidade junta ainda Esporte, Cultura e Juventude. Não há espaço para os Patativas da vida se revelarem... O Esporte recebe o melhor desta fatia, a juventude por ser o futura da Nação recebe um pouco de arte e alienação e os problemas o Estado culpa e cobra da Educação... A festa dos Caretas em Acopiara é uma das pouca ainda presenciada no ceará.
ANTONIO CARIRY

PT do Ceará garante palanque pró-Dilma e apoio a Cid


O PT do Ceará, em hipótese alguma, vai admitir acordo formal ou informal com o PSDB do senador Tasso Jereissati, que deve postular reeleição, e priorizou que Dilma Rousseff terá palanque no Ceará. Eis uma das resoluções definidas, por unanimidade, pelo diretório estadual da legenda, que se reuniu nesta manhã de sábado, na sede do Sindicato dos Bancáriosdo Estado, em Fortaleza. O vice-presidente estadual José Nobre Guimarães comandou a maior parte dos trabalhos. A prefeita Luizianne Lins apareceu para o encerramento dos trabalhos.

Também ficou definido que o PT apresentará o ministro José Pimentel, que se desincompatibilizará do cargo no fim deste mês, como opção ao Senado. O presidente regional do PMDB, deputado federal Eunício Oliveira, também contará com o apoio do partido na disputa para senador.

Outa resolução definida pelo diretório estadual: apoio à reeleição do governador Cid Gomes (PSB).

sábado, 27 de março de 2010

Protocolado no PT pedido de apoio à reeleição de Cid


No final da tarde de ontem, foi protocolado na sede do PT um requerimento de apoio à candidatura à reeleição do governador Cid Gomes (PSB). Ontem, era o prazo limite estipulado pelo partido para receber propostas de apoio a candidaturas de outras siglas.

Como não houve nenhum outro requerimento nesse sentido, Cid torna-se a única opção de apoio externo ao partido, caso opte por não lançar uma candidatura própria.

Entregue, protocolado e assinado pelo secretário de Cidades do Governo, Joaquim Cartaxo (PT), e pelo 2º vice-presidente da Executiva Estadual do partido, Antônio Carlos, o requerimento contém ainda as assinaturas da presidente estadual do partido e prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, do ministro da Previdência Social e deputado federal José Pimentel, do deputado federal José Nobre Guimarães, além dos vereadores Acrísio Senna e Ronivaldo Maia, entre outros.

Antônio Carlos aproveitou para reiterar a pré-disposição do partido em manter duas candidaturas ao Senado.

"O PT mantém a sua posição de ter dois candidatos ao Senado, sendo um nome do nosso partido (José Pimentel), e o outro da base aliada, o deputado federal Eunício Oliveira (PMDB)``, afirmou.

Antônio Carlos afirmou ainda que o partido deve debater a manutenção da candidatura a vice-governador na chapa de Cid & entre aliados, há críticas à pretensão do PT de ter candidatos em duas vagas majoritárias da chapa, uma de senador e a vice.

De acordo com a agenda do partido, no dia 10 de abril deverão ser discutidas táticas e políticas de alianças para as candidaturas, sendo avaliada inclusive a manutenção do apoio à reeleição do governador. Já as candidaturas do partido deverão ser definidas somente no dia 29 de maio.

Fechou-se uma porta
O encerramento do prazo de requerimento de apoio a candidaturas no PT complica ainda mais a situação do pré-candidato ao governo estadual pelo PR, o prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa. Conforme O POVO mostrou ontem, o prefeito mudou o tom de seu discurso e já dá sinais de sua desistência na corrida ao Palácio Iracema , justamente pela falta de opções para alianças.

Ele mesmo chegou a afirmar que o PT seria uma alternativa de aliança de peso na disputa pela sucessão estadual, caso o PSDB também confirme sua posição de apoiar a reeleição de Cid Gomes.